Levantamento foi realizado ano passado, entrevistando mais de 5.600 pessoas.

Publicado: 17/01/2022

Foto: Diário dos Trilhos

A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) divulgou o resultado de uma pesquisa sobre a qualidade da segurança oferecida aos passageiros nos seus trens, obtendo aprovado de 80,3% dos usuários do transporte ferroviário.

Nesta pesquisa que ouviu um total de 5.613 pessoas no período entre os meses de maio e junho de 2021, além desta aprovação alta sobre a segurança ao entrar e sair das estações, outros 79,4% acharam seguro viajar nos trens da companhia.

O objetivo desta avaliação foi nortear o planejamento estratégico da CPTM para mapear pontos e locais em que melhorias fossem necessárias.

“A área de segurança da CPTM faz parte do sistema de gestão de qualidade, certificada pela norma 9001 que prevê avaliações periódicas para entender a percepção do passageiro em relação ao serviço e ajustar eventuais divergências”, afirmou Iran Figueiredo Leão, gerente de segurança da companhia em nota divulgada para a imprensa.

A metodologia de pesquisa aplicada utilizou duas vertentes para obter a avaliação, uma focada em serviços da segurança e a outra no comportamento dos profissionais do setor. Com base nisto chegaram a resultados sobre os detalhes das atuações dos mais de 1.700 vigilantes distribuídos pelas sete linhas da empresa.

Outros dois pontos destacados pela companhia foi que  83,5% dos passageiros entrevistados aprovaram a presença dos vigilantes no interior dos trens durante as viagens, reforçando a percepção de um local seguro e monitorado e o índice geral de 89,4% de aprovação quanto ao fato de um segurança estar disponível para oferecer informações, auxílio ou prestação de socorro.

Entretanto no começo de janeiro de 2022, ou seja, seis meses após essa pesquisa, a CPTM emitiu uma ordem onde os vigilantes terceirizados não devem permanecer nas linhas de bloqueios (catracas), e isto já gerou inclusive um caso grave onde um homem tentou entrar sem pagar, foi impedido por uma funcionária da companhia, que foi violentamente agredida, precisando ser levada ao hospital.

Além disto, parte dos vigilantes terceirizados ficam em pontos ao longo dos trilhos, entre as estações, especialmente em pontos sem qualquer estrutura básica decente, em muitos destes locais tendo a disposição uma cadeira plástica como de bar e antigas cabines de bilheterias usadas inclusive nos ano 90 e começo dos anos 2000, como local para ficar “protegido” do sol e chuva.

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