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Prefeitura de Santos apreende mais de 100 patinetes disponíveis para aluguel

A “guerra” contra o serviço foi iniciada após acidente na ciclovia da orla da praia.

Publicado: 11/02/2024

Em uma operação realizada pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) nesta semana, a Prefeitura de Santos, no litoral, efetuou a apreensão de 116 patinetes da empresa Jet.

A ação resultou em 52 remoções no primeiro dia e mais 64 no segundo ,com todos equipamentos sendo levados para um pátio do município.

O objetivo da administração pública era coibir “abusos” por parte dos usuários dos patinetes e da empresa que teria se instalado em Santos sem alvará, deixando os veículos nas calçadas sem sinalização e ocupando o espaço de forma inadequada.

Segundo a prefeitura, os patinetes poderão ser retirados do pátio apenas pelo proprietário ou representante legal (é preciso apresentar nota fiscal que ateste a compra do bem).

Além disso, uma multa deverá ser paga no valor de R$ 44,19 por estacionamento irregular; R$ 88,38 por circulação indevida. Também deverá ser paga a taxa de remoção (valor atual de R$ 59,40) e as despesas com estadia no pátio são de R$ 5,94/dia, tratando cada patinete como se fosse um automóvel.

Apreender os equipamentos de mobilidade começou após um atropelamento ocorrido no final de janeiro na orla da praia, onde uma mulher e uma criança em patinete elétrico, atingiram a vítima de 48 anos que teve fratura e precisou ficar internada para cirurgia.

A empresa Jet, por meio de nota enviada ao Diário dos Trilhos, informou que já recuperou seus veículos, atuando em Santos de forma legalizada atendendo a legislação vigente, mantendo ações preventivas de condução segura.

“Em nota, a JET elucida que a publicação veiculada em 14 de fevereiro corresponde à operação municipal dos dias 3 e 4, que não houve apreensão exclusiva de veículos da empresa – e que a instituição já reaveu sua referida frota.

Ao contrário do divulgado pela matéria, a JET explica que está instalada em Santos, mediante alvará, onde opera a prestação de serviço, empregando trabalhadores locais, e seguindo a legislação tributária nacional.

A JET também informa que mantém ações presenciais e virtuais de condução segura, e que todas as suas viagens contam com seguro para acidentes entre usuários e eventuais vítimas. Por fim, que está em constante diálogo com as autoridades públicas em prol da micromobilidade urbana na cidade.”


Estando a pouco tempo no Brasil, Santos foi uma das cidades escolhidas para a marca expandir seus negócios da mesma forma que atua em países como Cazaquistão, Bulgária, Uzbequistão, Bielorrússia, Sérvia, Mongólia, Quirguistão e Geórgia.

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Um comentário

  1. MARCOS BERTOLDI RUIZ

    É alguém está sendo prejudicado por eles, será minha mãe, o ET, ou o transporte público, bem conveniente em “administradores” do município, vão encher o bolso de multas, regularizar pode ser de maneira mais humana, se souberem o que e isso, capitalistas.

  2. Ricardo

    Eu só acho que a empresa não pode ser responsabilizada pelo usuário que não soube conduzir ou abusou dos limites do equipamento é a mesma coisa a pessoa ter carta e numa locadora alugar um veículo e sair atropelando as pessoas pela cidade quem é culpado a locadora???

  3. Sergio

    E as motos elétricas em altas velocidades, não são um risco?

  4. Camila Fontes

    Nos países desenvolvidos esse problema não acontece, agora parece que os governantes tem o prazer de deixar o avanço, o progresso das nossas cidades para trás…é uma vergonha….mas já viu a quantidade de taxas e multas que terão que pagar por cada patinete??? Táeio que explicado nehhh….a prefeitura é o governo quer arrancar sua parte de qualquer jeito

  5. luizhp

    O estado nunca é a solução. Quanto mais vocês pedem estado, mais medidas autoritárias e descabidas. Vocês nunca aprendem. Só o livre mercado, PNA e respeito aos contratos pode resolver a maioria dos problemas, mas a maioria é um bando de cigarra nas costas das formigas.

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