Objetivo é trazer novos recursos e dispositivos que ajudem a melhorar o serviço prestado e segurança dos passageiros.

No horário de pico quando o fluxo de pessoas é maior, novas tecnologias são sempre bem vindas para melhor segurança do passageiro. Foto: Diário da CPTM

O Metrô de São Paulo analisa internamente a compra de novos equipamentos e dispositivos de tecnologia na área da segurança da empresa. Entre os produtos, câmeras de corpo, armaduras de proteção e drones, são os de maior destaque.

Em uma reunião realizada na noite desta quinta-feira (17) de diretores do Metrô com jornalistas voltados para o transporte público, o Gerente de Operações – Antonio Marcio, informou que a companhia está estudando melhorar a segurança oferecida ao usuário, e o uso de novas tecnologias será uma destas formas

Uma das medidas é a possibilidade da compra de 350 Body CAM, que são câmeras de corpo que ficam fixadas na roupa. No caso é muito utilizada na polícia dos Estados Unidos e tem como objetivo, gravar toda a ação para consultas futuras caso necessário. No Metrô elas devem ser incorporadas no uso dos agentes de segurança durante o trabalho, podendo assim gravar toda ação e evitar excessos cometidos como também registrar agressores ou ações ilegais por parte de algum usuário do sistema, entre outras possibilidades. A estimativa é que ao menos um agente de cada dupla tenha uma dessas câmeras.

Além disto, também haverá a compra de 300 a 350 armaduras de proteção, similares as utilizadas pela Tropa de Choque da Polícia Militar e dos seguranças da Via Quatro. Diferente do utilizado na Linha 4-Amarela como algo para ser exibido, que inclusive gerou polemica no começo desta semana, no Metrô será destinado ao uso em eventos de grande porte e manifestações apenas, assim como acontece no uso da PM. A armadura ficou conhecida como RoboCop em 2014, quando surgiu para auxiliar a Polícia em ações contra os manifestantes que não queriam na época, a realização da Copa do Mundo no país.

“a ideia de você por um equipamento deste no agente é de evitar o confronto e oferecer mais proteção.” disse Antônio Márcio

Também foi citada a possibilidade de compra de drones, para exatamente em casos de grandes eventos como o carnaval, oferecer novos meios de monitoramento e se for necessário localizar e acompanhar suspeitos e ou infratores até que sejam abordados. Atualmente a companhia já está implementando câmeras de reconhecimento facial, que agilizam o tempo de buscar e identificação de procurados pela justiça por exemplo, suspeitos de algum delito ou pessoas que estejam sendo acompanhadas por algum motivo. O novo sistema terá o prazo de 30 dias para armazenar as imagens gravadas.

Conforme informado, as novas aquisições estão em analise interna, portanto sem data definida para compra de fato.

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