Novas parcerias com a iniciativa privada, implantação do Trem Intercidades, nova rede de ciclovias estadual e fortalecimento da EMTU, são algumas das propostas.

Publicado: 15/08/2022

Candidato Elvis Cezar durante debate na Tv Band. Foto: Reprodução

O Diário dos Trilhos em sua série sobre as propostas voltadas ao transporte público e transporte em geral dos candidatos ao Governo do Estado de São Paulo nas eleições de 2022, exibe a seguir os pontos apresentados pelo candidato Elvis Cezar (PDT).

As informações a seguir apresentadas foram coletadas e estão presentes somente no plano de governo.

Em um breve resumo, o plano prevê a retirada do projeto e implantação do Trem Intercidades, uma ideia da gestão atual, mas além de atender a cidade de Campinas, chegará também em Sorocaba e no litoral, na cidade de Santos.

Além disso, implantar uma rede de ciclovias estadual, definir planos para uma redução da emissão de poluentes pelo transporte e concluir a integração do sistema sobre trilhos aos aeroportos de Guarulhos e Congonhas, respectivamente já em construção que é o People Mover a cargo da GRU Airport e a Linha 17-Ouro do monotrilho.

Veja a seguir as propostas presentes no plano de governo do candidato Elvis Cezar.

– Integrar as ações e o planejamento das Secretarias de Transportes e Logística, do estado e municípios, além do Metrô, da CPTM, da EMTU e da ARTESP, para que contemplem a multimodalidade (aeroportos, portos, rodovias, hidrovias, ferrovias, metro, ônibus, ciclovias, etc.), a integração na expansão das redes de passageiros e cargas, visando ampliar a eficiência e a sustentabilidade dos modais de transporte e do sistema, através de parcerias público-privadas;

– Promover junto aos municípios a elaboração e implantação de redes integradas e/ou consórcios de mobilidade, articulando sistemas de ônibus, corredores e infraestruturas ciclo viárias e para pedestres;

– Instalar um Conselho Estadual de Mobilidade Urbana para organizar a participação social da elaboração e implantação das redes e infraestruturas de mobilidade;

– Ampliar os recursos aplicados na infraestrutura de transporte e logística, metropolitana e estadual, para manutenção e ampliação das redes existentes de passageiros e de carga, através de parcerias públicoprivadas, além de apoiar obras realizadas pelos municípios;

– Reforçar o papel da Agência Reguladora de Transportes – ARTESP, para qualificar e fiscalizar os serviços de transporte rodoviário;

– Estudo e implantação para a retomada de uma rede de trens intercidades interligando, por trilhos dedicados, a Capital às Regiões Metropolitanas de Campinas, Sorocaba, Santos e Vale do Paraíba, através de parcerias público-privadas;

– Fortalecer e estruturar a EMTU como fomentador de redes metropolitanas e regionais de ônibus pelo Estado de São Paulo, adotando instrumentos de gestão para integrar as redes municipais aos sistemas regionais, com práticas modernas, transparentes e inclusivas de gestão, bilhetagem e financiamento do transporte, garantindo integração e modicidade tarifária aos usuários;

– Planejar e implantar Rede Ciclo viária estadual, para atender os deslocamentos intermunicipais dos ciclistas e fomentar o ciclo turismo, de forma integrada às redes de trilhos e corredores de ônibus, garantindo segurança, agilidade e conforto aos ciclistas;

– Adotar técnicas moderas de segurança no trânsito, como os sistemas seguros, para programas a serem implantados nas rodovias Estaduais e em parcerias com os municípios, visando infraestruturas mais seguras a todos os usuários das vias, redução de velocidades e humanização das cidades;

– Promover programas de apoio aos municípios na execução de reforma, ampliação e qualificação das calçadas, de forma integrada às travessias e outras políticas de valorização do espaço urbano nas cidades;

– Projetos e ações para a redução das emissões de CO2 em todo Estado de São Paulo, dentro dos parâmetros estabelecidos na ROTA 2030;

– Integrar e diversificar os modais do transporte metropolitano às políticas setoriais de emprego, habitação, caminhabilidade, acessibilidade, planejamento e gestão do uso do solo, dentro do conceito de cidades inteligentes (smart cities);

– Buscar instrumentos jurídicos para revisar os contratos de concessões rodoviários, adotando licitações baseadas em menor valor de tarifa (e não em outorga) de modo a reduzir os valores dos pedágios e ainda conseguir cobrar recursos para serem investindo em formas sustentáveis de mobilidade;

– Concluir a integração dos aeroportos de Guarulhos e Congonhas ao sistema metro-ferroviário da Grande São Paulo.

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