Entretanto categoria segue mobilizada na luta pela sede do sindicato que foi vendida pelo Metrô.

Publicado: 01/07/2021

Foto: Reprodução Facebook Sindicato dos Metroviários de São Paulo

O Sindicato dos Metroviários de São Paulo em assembleia online realizada na noite desta quarta-feira, 30 de junho de 2021, decidiram suspender a greve no Metrô que estava marcada para essa quinta (1°).

O motivo da mobilização desta vez se deve ao Metrô e Governo de São Paulo não terem cumprido a “cláusula de paz” firmada com a mediação do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) em que não era previsto o desconto salarial de trabalhadores do setor da manutenção.

A entidade sindical cobrou ao TRT em audiência online a devolução dos valores descontados, com uma carta direcionada ao Metrô dando o prazo de cinco dias para uma resposta oficial.

Outra decisão tomada na assembleia foi a continuidade do uso de adesivos nós uniformes e a participação do protesto marcado para 3 de julho contra o Bolsonaro na Avenida Paulista.

SEDE DO SINDICATO VENDIDA

Em 28 de maio o Metrô realizou um leilão do terreno onde fica o prédio da entidade, sendo arrematado por R$ 14,4 milhões pela UNI 28 SPE Ltda.

Após isto foi dado um prazo para a desocupação do local, o que não aconteceu. Diante disto o Governo do Estado de São Paulo entrou com um pedido de reintegração de posse do prédio e do terreno em 24 de junho deste ano.

Entretanto na última terça (29) o prazo venceu e ainda não houve a desocupação, mantendo a categoria e os sindicalistas mobilizados para impedir essa desocupação.

Veja abaixo a nota da entidade sindical divulgada para a imprensa.

“A categoria, em assembleia on-line na noite de 30/6, suspendeu a greve marcada para 1º/7. E decidiu retomar o Estado de Greve. O Metrô ainda não cumpriu tudo o que foi prometido. E não há motivos para acreditar em tudo que a empresa afirma. Continuaremos mobilizados.

Em audiência realizada hoje (30/6) no TRT, o Sindicato cobrou a devolução dos valores descontados dos trabalhadores da Manutenção. O Sindicato enviará uma carta e a empresa terá cinco dias para responder ao questionamento. Os descontos significaram o rompimento de Cláusula de Paz firmado entre Sindicato e Metrô em audiência no TRT.

O uso dos coletes será suspenso. Vamos todos usar adesivos. Temos de permanecer alertas. Doria e direção do Metrô já deram provas de que não são confiáveis.

A assembleia também aprovou a continuidade da luta pela sede do Sindicato. Várias atividades estão confirmadas na sede. E no dia 3/7 os metroviários participarão de um grande ato pelo Fora, Bolsonaro, na avenida Paulista. Fora, canalha”

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