Segundo seu plano de governo, a implementação disto se iniciaria por estudantes e desempregados.

Publicado: 14/11/2020

Foto: Diário dos Trilhos

Faltando pouco tempo para a eleição que definirá o novo prefeito da cidade de São Paulo para os anos de 2021 a 2024, o Diário dos Trilhos mostra os principais pontos do plano de governo do candidato Guilherme Boulos, referente ao transporte público e mobilidade urbana.

O principal projeto de seu plano de governo quanto aos transportes se trata de alcançar a tarifa zero para todos, iniciando com desempregados e estudantes.

“Implementar a Tarifa Zero, começando por assegurar a gratuidade a desempregados e estudantes”, cita o documento.

Outra ação seria criar uma autoridade metropolitana de transportes, promovendo assim uma integração maior entre os modais diferentes e os sistemas de transporte de outras cidades do entorno da capital.

Os contratos de ônibus com a Prefeitura seriam auditados e renegociados, criando um novo contrato com mais controle da operação nas mãos da SPTrans e todos pontos de ônibus e coletivos teriam sistema de Wi-Fi.

Dado a pandemia, os ônibus devem ser adequado a nova realidade, com mais ações de higienização e uma operação eficiente que permita a circulação com lotação menor que o atual.

Segundo o plano de Boulos, a Lei Nacional de Mobilidade Urbana será cumprida, ela prevê que a cidade deve coordenar e gerir o transporte, incluindo planejamento de novos meios de mobilidade, por exemplo, determinar onde serão feiras novas estações de Metrô.

Para a área das ciclovias, o objetivo é aumentar a segurança tanto de ciclistas como de pedestres, sendo que calçadas em pontos da cidade seriam alargadas e mais quilômetros de ciclofaixas e a criação de bicicletários próximo a estações de trem e Metrô iriam contribuir para uma maior integração entre diferentes tipos de transporte.

Por fim, os trabalhadores de transportes de carro por aplicativo como Uber e 99 receberiam mais direitos trabalhistas e estas empresas teriam custos para operar aumentados, já que utilizam dos espaços viários da cidade.

“Os aplicativos de mobilidade permitem uma forma de renda para muitas pessoas em situação de pandemia e recessão. É preciso, porém, garantir direitos trabalhistas aos motoristas explorados por empresas que, por sua vez, utilizam a cidade e seu viário como capital para seu negócio e devem aumentar a sua contribuição para sua manutenção.”

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