Para a gestão de João Dória, o Consórcio CEML tem culpa pelos problemas causados.

Foto: Diário dos Trilhos

O Governo do Estado de São Paulo anunciou na ultima sexta-feira (06/3), que vai penalizar cobrando na justiça, o Consórcio CEML (Consórcio Monotrilho Expresso Leste) por todos os prejuízos causados  pela paralisação da Linha 15-Prata, que nesta segunda dia 10 de março de 2020, completa dez dias seguidos sem atender a população.

Os prejuízos são estimados em R$ 1 milhão por cada dia parado que a linha está e também por este motivo, o Governo vai pedir nesta semana a inidoneidade deste consórcio, ou seja, incapaz de exercer com capacidade, projetos de construção de um monotrilho por exemplo. Desta forma a empresa será impedida de no futuro participar de novos projetos e fechar contratos com o poder publico de São Paulo.

Na justificativa da gestão, punir o consórcio é uma forma de cobrar os prejuízos e transtornos causados para todos os passageiros.

O Monotrilho está sem funcionar desde o dia 29 de fevereiro de 2020, após recomendação da Bombardier, fabricante dos trens por medida de segurança após estouro de um pneu da composição M20. A empresa trouxe técnicos do Canadá que realizam testes desde a semana passada para identificar os problemas.

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